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23/12/2014 - "Não podemos descartar totalmente", diz Sartori sobre aumento de impostos em entrevista na TVCOM

m edição especial do programa Conversas Cruzadas, da TVCOM, na noite desta segunda-feira, nove jornalistas do Grupo RBS entrevistaram o governador eleito do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori. Em pauta, os últimos detalhes da formação do governo, os projetos imediatos e as estratégias para proporcionar crescimento a um Estado em dificuldades financeiras.

Com apresentação de Cláudio Brito, durante quase uma hora e meia, a sabatina teve participação da editora de Política de Zero Hora, Rosane de Oliveira, dos repórteres de ZH Letícia Duarte, Paulo Germano e Gisele Loeblein, os repórteres da RBSTV Cristine Gallisa, Ivani Schutz e André Azeredo, e a repórter e apresentadora Kelly Matos, da Rádio Gaúcha.

O assunto que dominou a entrevista, assim como já havia sido durante a campanha eleitoral, foi a dificuldade financeira enfrentada pelo RS. Abrindo as perguntas, Rosane de Oliveira questionou o governador sobre como pretende administrar o Estado, que deve encerrar o ano com um déficit de mais de R$ 5 bilhões e sendo que as fontes de financiamento estão esgotadas.

— Desde o começo sabíamos que ia ser assim. Esperamos que tenhamos um bom tempo e que possamos ter uma boa produção agrária, dando estabilidade à arrecadação — iniciou Sartori, que completou:

— Vamos equilibrar as finanças e cuidar das despesas.

Durante o programa, Kelly Mattos também perguntou o que o eleito pretende manter a palavra do seu secretário de não aumentar impostos.

— Só se a sociedade pedir. Já que nunca se viu isso acontecer, não haverá aumento. Mas não podemos descartar totalmente — respondeu o ex-prefeito de Caxias do Sul.

Na mesma linha, Letícia Duarte questionou o entrevistado sobre o fato de sua própria base aliada ter participado da aprovação do projeto que aumenta os salários de secretários, do vice-governador e dele próprio.

Sartori respondeu que o reajuste faz parte da recomposição salarial e que está dentro do que prevê a legislação, e depois tirou o peso da decisão das costas:

— Eu não sou o governador ainda. A partir da tarde do dia 1º de janeiro poderia tomar atitudes necessárias.

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